Top 5 Rodas de Samba do Rio de Janeiro

Nesses tempos de pandemia e isolamento sentimos falta de estar em contato com as pessoas queridas. Um jeito delicioso de passar tempo com os amigos é estar numa roda de samba bebendo uma boa cerveja. Pra aumentar a saudade desses momentos gostosos vamos elencar as 5 melhores rodas de samba do Rio de Janeiro.

5. Samba dos Guimarães O Samba dos Guimarães acontece todos os sábados no Mercado das Pulgas, localizado no Largo dos Guimarães, em Santa Teresa. Em cada sábado há um grupo musical diferente, como o Samba do Xoxó, o Samba que Elas, entre outros excelentes grupos de samba. O local é um antigo casarão de Santa Teresa, ambiente rústico e muito agradável. Essa roda de samba é imperdivél. 

4. Gloriosa A Gloriosa Roda de Samba nasceu em 2014, após uma iniciativa do Bloco Arteiros da Glória, em parceria com o músico Paulão 7 Cordas, ilustre sambista e produtor musical. A tradicional Roda de Samba é realizada todo terceiro domingo do mês, no Feira Popular da Glória, com o grupo de músicos do Bloco Arteiros da Glória e liderada por Paulão 7 Cordas. Henrique Souza, fundador da Roda de Samba, diz que “promover o samba carioca no território como vetor para o desenvolvimento econômico do turismo de experiência é um dos objetivos mais importantes do projeto”. Fazer o que você ama, com amigos em um bairro boêmio de grande importância para o Samba, é muito gratificante. ”, Acrescenta Paulão 7 Cordas.

3. Cacique de Ramos. Bloco carnavalesco originário do subúrbio do Rio de Janeiro, Ramos, na região de Leopoldina, tendo São Sebastião como patrono. Fundada em 20 de janeiro de 1961 por três famílias: família Félix do Nascimento (Bira, Ubirany e Ubiraci), família Oliveira (Walter, Chiquita, Sereno, Alomar, Jorginho e Mauro), família Espírito Santo (Aymoré e Conceição). Um dos berços de samba mais renomados do Rio, Cacique de Ramos não perdeu a tradição das rodas de samba que lançaram grandes nomes da música nacional. Nesse local místico, na quadra de Cacique de Ramos, sob as bênçãos de Tamarineira, a roda acontece todos os domingos às 17h e, no terceiro domingo de cada mês, a Feijoada é sagrada.

2. Samba do Trabalhador Samba do Trabalhador, uma das mais tradicionais rodas de samba, movimento já estabelecido no Rio de Janeiro. O Samba do Trabalhador, que surgiu como um encontro de músicos às segundas-feiras no Clube Renascença, em Vila Isabel, aproveitando o dia em que os músicos normalmente não trabalham, tornou-se uma festa para um público cada vez maior e interessado no verdadeiro samba da cidade. Aos pés da Caramboleira, na varanda do Renascença Clube em Andaraí, faça chuva ou faça sol, a multidão se reúne para cantar os melhores sambas de todos os tempos, além da presença constante e ilustre do mestre Moacyr Luz, músicos consagrados se reúnem com outros ainda no caminho do sucesso e todos cantam, dançam e se alegram juntos. Um ambiente cheio de energia positiva, harmonia e alegria do verdadeiro samba de roda.

1. Samba da Pedra do Sal Com o intuito de preservar a memória do samba genuíno do século XIX — introduzido na região portuária pela diáspora baiana — um grupo de sete amigos músicos se reúne há oito anos na histórica Pedra do Sal, sempre às segundas-feiras, para louvar, com muito respeito, a ancestralidade deste ritmo brasileiro que encanta o mundo. Localizada ao pé do Morro da Conceição, a Pedra do Sal ganhou este nome por ser o local de descarga do produto, tão precioso na época, e que virou ponto de encontro dos sambistas que trabalhavam como estivadores. Toda a região no entorno da Praça Mauá era conhecida como Pequena África, pela quantidade de descendentes africanos que lá residiam, muitos deles alforriados vindos da Bahia. Segundo relatos, o samba e o choro conviviam em harmonia nas festas que ali aconteciam, especialmente as de Tia Ciata, que recebia até Pixinguinha para tocar choro na frente da sua casa para afugentar olhares curiosos, especialmente da polícia, enquanto as batucadas aconteciam à vontade, nos fundos. Foi desses encontros musicais que surgiu o genuíno samba de roda. A tradição que começou como um refúgio para negros, escravos ou brancos pobres, se perpetuou pela história e até hoje, na Pedra do Sal, a tradição das rodas de samba continua firme e a roda é democrática, não existe cobrança de ingresso, nem lugar reservado. Todo mundo pode chegar, cantar, dançar ou simplesmente escolher um canto, na pedra, na escadaria, para sentar e fazer uma viagem no tempo ao som do bom e velho samba. Toda segunda-feira a partir das 18 horas.

Roda de Samba da Pedra do Sal